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Servidores em BH não aceitam propostas de Zema; paralisação deve se estender ao interior

Por Bryan Gonçalves, 21/01/2020 às 15:07
atualizado em: 19/06/2020 às 22:11

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Foto: Siqueira/Itatiaia
Siqueira/Itatiaia

Em greve desde a última quarta-feira (15) por reajuste salarial e o pagamento do 13º salário, os servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) decidiram, em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (20) que a categoria continuará em greve por tempo indeterminado. A paralisação pode ser ampliada para mais hospitais na capital mineira e também se expandir para outras cidades do estado.

De acordo com a Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg), estão em greve trabalhadores de oito instituições: Pronto-Socorro João XXIII, Maternidade Odete Valadares e os hospitais Júlia Kubstchek, João Paulo II, Galba Veloso, Amélia Lins, Alberto Cavalcante e Eduardo de Menezes.

Há uma semana se iniciou um diálogo com o governo Zema. Uma proposta não oficializada foi sugerida, mas os grevistas não aceitaram e por isso a paralisação será mantida por tempo indeterminado.

Segundo o diretor da Asthemg, Carlos Martins, os trabalhadores optaram por continuar com a greve e inclusive ampliá-la. "Estamos preparando pra implementar no interior, em Barbacena, no hospital psiquiatra e no hospital geral e também ampliar para a capital no hospital Raul Soares", diz.

Mesmo estando em greve, os servidores garantem que prestam assistência integral a todos os pacientes em caso de urgência ou que possam ter risco de morte. Nos demais casos, garantem assistência básica, com atendimento em escala reduzida

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