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Reintegrado, Júnior Viçosa relembra período afastado e diz que quase saiu do América

Por Redação, 21/07/2019 às 19:53
atualizado em: 21/07/2019 às 20:43

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Foto: Estevão Germano / América
Estevão Germano / América

O atacante Júnior Viçosa passou por momentos difíceis no América recentemente. Durante a curta passagem do técnico Maurício Barbieri pelo clube, o jogador foi afastado do elenco e quase saiu. Após a demissão do comandante, que permaneceu no cargo pouco mais de dois meses, o atleta foi reintegrado pelo novo treinador Felipe Conceição.

Em entrevista à Itatiaia, Júnior Viçosa falou sobre o período em que ficou afastado do elenco americano e revelou que quase deixou o clube. O atacante ficou 24 dias treinando separado do grupo na intertemporada porque não estava nos planos do técnico Maurício Barbieri. Um fato inédito na carreira.

Ouça a entrevista completa de Júnior Viçosa concedida ao repórter Emerson Romano

Após a demissão de Barbieri, uma das primeiras medidas de Felipe Conceição foi buscar novamente o jogador para o convívio do elenco e entrou em campo no segundo tempo do empate por 1 a 1 com o Vila Nova, em Goiânia, nesse sábado (20), pela Série B do Brasileirão.

“Estou muito feliz em estar junto de novo com meus companheiros. Esse tempo fora foi um tempo muito difícil, ficar treinando a parte é complicado. Até falei com o pessoal que estava com muita saudade de estar no dia a dia, principalmente de ser relacionado de novo para um jogo”, declarou Júnior Viçosa.

Confira a entrevista com Júnior Viçosa:

- O que aconteceu? A informação era de que você tinha propostas e, por isso, não treinaria com o grupo.

“Na verdade, nem teve discussão. Com a troca de treinador – eu vinha jogando com o Givanildo –, o time todo teve uma queda de rendimento. Perdi um pouco de espaço nos jogos. Senti mais no jogo contra o Brasil de Pelotas-RS, em que a gente estava perdendo e tinham dois atacantes no banco, mas nenhum entrou. Ali fiquei um pouco frustrado pela situação. No meio da semana, comecei a treinar normalmente. Mas por opção do treinador fiquei de fora dos treinos também, o que nunca tinha acontecido na minha carreira.”

- Como foi enfrentar tudo isso, já que era algo inédito na carreira?

“É complicado para um jogador ficar treinando a parte. Sou um jogador que cumpriu os contratos por onde passei. Meu pensamento era ficar, só que da forma que estava era difícil. Conversei com a diretoria, falaram para conversar com o treinador e tentar entrar em um acordo para voltar. Eu poderia ter ficado na minha recebendo o salário, mas isso não é do meu caráter, queria ajudar.”

- Neste período afastado, apareceram propostas para sair do América?

“Chegaram algumas coisas sim. Estive bem perto (de sair), mas algumas esbarraram em questões salariais, algumas equipes não queriam pagar o que eu ganhava. Outros clubes que me procuraram não eram o que eu estou pensando no momento para a minha carreira.”

- Como você volta?

“Estou em uma vontade louca. Não estou igual aos meus companheiros. Na parada (para a Copa América), eles fizeram a intertemporada toda e eu estava trabalhando mais na academia. O Felipe (Conceição) conversou comigo, perguntou como eu estava e disse que ainda não estava 100%, mas a vontade é muito grande. Disse que se precisasse, daria a minha vida.”

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