Emanuel Carneiro

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Valeu o bom senso...

29/10/2019 às 05:26

Bruno Haddad/Cruzeiro

O Conselho Técnico reunindo os 12 clubes da divisão principal de Minas aprovou a fórmula da disputa que vigorava há mais de uma década e modificada para pior em 2017 e 2018. Explicando melhor: cada equipe faz 11 partidas em turno único, classificam-se os 4 primeiros para as semifinais e os 2 últimos são rebaixados.

Foi criada uma taça Inconfidência entre os não classificados que nada altera a fórmula principal. Fica extinta aquela partida estranha chamada quartas de final, inútil e injusta.

De 22 de Janeiro a 26 de abril vamos conviver com a nossa competição regional, jogada há mais de 100 anos e que já teve no imaginário do torcedor uma importância muito maior. De qualquer modo, parabéns.

Este espaço de quase 3 meses para a bola rolar precisa ser melhor aproveitado pelas equipes do interior para cuidarem dos seus gramados, dos seus vestiários, das condições de segurança e melhoria dos elencos. A bem da verdade não se tem notícia de quantas das doze equipes estão em atividade profissional.

Agora é montar uma tabela inteligente respeitando os interesses da TV mas respeitando também os direitos do torcedor.  

Muito importante: o  Campeonato Mineiro é começo da temporada e para os grandes clubes Cruzeiro, Atlético e América é assim que deve ser vivido. Convenhamos que a temporada de 2019 no nosso estado não foi boa e o descontrole financeiro das agremiações vai ter que ser enfrentado de forma técnica, profissional, competente e corajosa.

Estamos constatando pelo Brasil afora uma onda de jogadores lançados nos times principais e com ótimo resultado técnico, sem contar as possíveis vendas futuras. Em Minas, a fonte secou.

Há quanto tempo não aparece aqui um grande jogador? Há quanto tempo o interior não revela as joias antigas?

A consequência de tudo isso está muito visível e a fatura chegou.

Mais do que nunca a realidade exige mudanças radicais. Não há condição de conviver com folha de salários tão altas, jogadores discutíveis e dívidas crescentes, impagáveis.

Ainda dá tempo de arrumar a casa, é só ter juízo. 

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